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terça-feira, 14 de junho de 2011

Atividade7 - Vídeo em LIBRAS

video
À partir desse vídeo, podemos trabalhar em sala de aula os assuntos relacionados ao meio ambiente e a preservação ambiental.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Atividade 6 – Jogos e Geografia


APRENDENDO GEOGRAFIA COM OS JOGOS: BATALHA NAVAL.

Destinado a alunos de 9º ano do ensino fundamental.

OBJETIVO – O objetivo desta atividade é mostrar para os alunos que utilizando um jogo simples, mas sem dúvida, atraente como o Batalha Naval, se torna possível o estudo das mais diversas facetas da Geografia.

PROCEDIMENTOS – Primeiramente devos ter a noção de os alunos são pertencentes ao 9º ano (antiga 8º série), logo, um dos temas abordados neste ciclo seria a questão Geopolítica, aqui tomada pelas questões da estratégia e do planejamento.
            O Jogo será acessado pelo site http://www.coquetel.com.br/jogar.php?id=9633.
            Antes de mais nada devemos ter em mente que o Batalha Naval é um jogo que trata de conflito e tal ponto se mostra mais do que evidente. Entretanto, os conflitos são gerados por interesses dos mais diversos possíveis, sejam eles econômicos e/ou ideológicos.
            Para ser o vencendor, é necessário que o inimigo seja derrotado, mas para derrotá-lo é necessário estratégia e planejamento. Antes de mais nada é preciso notar a presença de dois territórios: o seu e o do inimigo. O território é uma categoria geográfica que trabalha antes de mais nada as relações de poder e como essas relações modificam o espaço. Sendo assim o jogador possui um território para comandar, nesse caso, para dispor sua frota naval, distribuindo da melhor maneira possível os navios dentro do espaço comandado. A partir deste ponto percebemos que a gestão do território está intimamente ligada a questão da distribuição espacial.
            Distribuir os navios é um desafio, mas distribuir as bombas é algo mais complicado. Nesse batalha naval cada jogador tem o direito a três (3) disparos por rodada. De início pode parecer algo bom, mas que na verdade não o é, pois existe o fator tempo. A rodada de cada jogador é marcada pelo tempo, logo o mesmo precisa pensar rápido para saber onde depositar suas bombas e como as depositar, podendo ser bem distribuidas no território inimigo ou agrupadas em um determiando ponto. Com isso percebemos um outro aspécto da gestão do território: o fator tempo-espaço.
            O espaço é algo que se modifica com o tempo. Os processos históricos mostram como tal espaço foi e continua a ser modificado pelo o homem e pelos fatores naturais no decorrer cronológico, os lugares visitados, observados por nós não serão os mesmos daqui a vinte anos. Para isso, se faz necessário que o planejamento se de em um determinado espaço dentro de um determinado tempo, onde, dentro do jogo analisado, pode atrasar a vitória ou acelerar a derrota.

CONCLUSÃO – Os alunos aprendem nas aulas de geografia certos conceitos e certas categorias que muitas vezes passam batidas diante dos mesmos. O jogo trará a tona a importância da ciência geográfica dentro de um das suas várias facetas e com isso podemos levantar a seguinte pergunta ao aluno: para que serve a Geografia?.
            Essa pergunta tenderá a levantar discursões, já que, muita das vezes a Geografia é apresentada como uma ciência fosca, sem brilho, e com isso o aluno poderá ter um novo olhar para com a Geografia, percebendo que tanto para guerra, quanto para a gestão de uma cidade ou de um país, a Geografia possui uma grande importância e que não deve ser despresada.

O JOGO – O jogo possui um tutorial animado que auxilia bastante o professor para que este não demande de muito tempo para explicar as regras.
            Pode ser jogado no modo jogado versus computador ou na versão multiplayer onde duas pessoas podem se infrentar.





TEMPO PREVISTO E MATERIAIS – O tempo previsto é de uma a duas aulas, e os materiais necessários serão apenas os computadores. Auxiliará bastante se a instituição possuir um laboratório de informática.

Atividade 5 - Dinâmica

CONHECENDO A COMPOSIÇÃO DO SOLO E SUAS DIFERENTES TEXTURAS
1. PÚBLICO SUGERIDO: Alunos à partir do segundo ciclo do ensino fundamental.
2. OBJETIVOS: Atendendo aos Parâmetros Curriculares Nacionais de Ciências Naturais para o segundo ciclo do ensino fundamental (BRASIL, 1997), o objetivo desta experiência é a comparação de diferentes tipos de solo, para identificar suas características comuns: presença de água, areia, argila que variam em proporção na constituição de cada solo. No segundo ciclo é importante a apresentação do solo aos alunos.
3. MATERIAIS: Amostras se solos diferentes. [Pedir a alguns alunos (5 a 8) trazerem de casa cerca de meio quilo de qualquer solo numa sacola plástica].
grupo 1
2 copinhos (de café) com pedrinhas (bem pequenas – até 6 mm de diâmetro).
4 copinhos (de café) com areia grossa (de construção).
5 copinhos (de café) com areia fina (de praia ou areia de construção peneirada).
1 copinho (de café) com argila de modelar ou solo argiloso, previamente seco triturado.
1 a 2 copinhos (de café) com água (É mais interessante fazer com apenas 1, para que o solo não fique tão encharcado como na foto.
1 bacia ou uma travessa de plástico.

Obs: A argila pode ser seca em forno convencional ou exposta ao sol e triturada com garrafa de vidro ou rolo de macarrão.
grupo 2
1 copinho (de café) com areia grossa (de construção).
1 copinho (de café) com areia fina (de praia ou de construção peneirada).
7 copinhos (de café) com argila de modelar ou solo argiloso, previamente seco e triturado.
1 a 2 copinhos (de café) com água (também recomenda-se fazer com apenas 1).
1 bacia ou uma travessa de plástico.
Obs: A argila pode ser seca em forno convencional ou exposta ao sol e triturada com garrafa de vidro ou rolo
de macarrão.
4. PROCEDIMENTO :
Os alunos deverão ser divididos em dois grupos (caso a turma seja muito grande dividir em quatro grupos). Cada grupo receberá materiais diferentes. Os alunos deverão fazer a união e mistura homogênea dos materiais recebidos dentro da bacia. Os grupos formarão “solos” de diferentes composições granulométricas. É interessante forrar as mesas com jornal para não sujar demais a sala de aula.
O primeiro grupo criará um “solo” arenoso.

O segundo grupo criará um "solo" argiloso.



Os alunos deverão tatear seu “solo” e descrever numa folha de papel a sensação percebida ao manuseá-lo. Em seguida os grupos devem lavar as mãos e trocar suas bacias, de modo que manuseiem um solo de constituição e textura diferente daquela que eles criaram e assim possam perceber a diferença, anotando novamente a sensação. Estas anotações servirão de base para a resolução das questões propostas na
atividade A.
5. ATIVIDADES:
A) O professor pode providenciar os materiais ou pedir que os próprios alunos providenciem, mas antes disso seria interessante pedir a eles, que citassem os elementos existentes no solo numa folha de papel, recolhida posteriormente pelo professor. Depois de realizada a experiência, cada aluno receberá novamentE sua folha e escreverá ao lado da resposta anterior a sua autocorreção sobre os elementos de um solo; respondendo no verso as questões abaixo:
A.1) Porque alguns solos são ásperos e outros são mais macios e pegajosos?
A.2) Quais as semelhanças e diferenças percebidas entre os solos através de seu manuseio e
observação?
A.3) Cite alguns elementos que podem estar presentes no solo.
A.4) Estes elementos estão em mesma quantidade?
B) Fazer a classificação dos solos trazidos de casa através da descrição de suas características granulométricas (percebidas principalmente através do tato e visão, e também pela audição) e posterior comparação entre os solos descritos.

Obs: essa dinâmica foi copiada do site do Projeto de Extensão Universitária Solo na Escola